Passeando pelos flogs da vida, encontrei alguém pensando o mesmo que eu, segue o texto na íntegra, escrito pelo meu amigo agora mineirin master poser Célio.
Estava eu pensando com meus botoes, quando de repente me toquei de uma coisa.
Vc ama uma pessoa por anos, e guarda isso dentro de vc, por nao estar no tempo de ama-la...ou por nao poder viver aquele fucking amor...
Sempre existe isso neh?
A gente sempre fica meio relutante sobre o que fazer, sobre como lidar com a pessoa que a gente ama e nao pode.
Nao pode por varias razoes que mudam de pessoa pra pessoa.
Ou pq ta afim de correr o mundo e nao tem lugar pra ela na bagagem.
Ou pq ta super com vontade de sair todo dia com os amigos e encher a cara.
Ou pq ta com vontade de pegar todas incluindo as que vivem nos lugares mais sombrios da sua vida...(seja la onde for o lugar mais sombrio da sua vida)
Ou pq vc ta afim de ficar sozinho nesse momento, sem ninguem, mas estudando.
Ou pq ta com vontade de nao sofrer quando terminar.
Ou pq tem medo de amar.
Ou pq ta com um trabalho super desgastante q nao tem tempo de amar...
Enfim...
Sao varias opções de pq vc pode dar desculpas de suprimir o sentimento que tem por alguem...
No fim das contas, eu venho aqui com essa foto super master blaster tosca, falar de amor citando Incubus...
"Sometimes when I’m alone, I wonder
Is there a spell that I am under keeping me from seeing the real thing?
Meus caros amigos, a melodia de sentir algo que vc quer eh melosa, chorosa, e eu como todo bom ariano teatral...me delicio...sempre...da forma mais justa possivel.
Gosto de sofrer quando to sofrendo, de sorrir quando estou feliz, e de divagar, quando estou...assim...sei la como...talvez indignado, talvez aborrecido, talvez colocando um ponto final no que era pra ser...talvez...eterno...talvez...nao era pra ter sido...eh...os caras estavam certos quando diziam... "...Love Hurts..."
Machuca...mesmo...ainda mais quando vc ama uma pessoa que mora a milhas de distancia de vc...e que talvez tenha esquecido sua existencia...talvez vc ainda esteja no caminho da felicidade dela...machuca...mesmo...maaaas...como tambem disseram..."but sometimes it’s a good hurt and it feels like I’m alive
Love sings when it transcends the bad things
Have a heart and try me, ‘cause without love I won’t survive"
Entao, se vc tem medo de amar agora. Repense seus conceitos sobre. Talvez ela possa aparecer com um outro cabeludo na vida dela...dai fode tudo...(eu to soh citando Roberto Carlos gente...nao quis dizer nada nao) Rs...
Entao...essa noite eu vo beber...
Beber muito...
E "Então, essa noite nós bebemos pela juventude e
Eu nunca irei perder o que eu tinha quando era garoto..."
Saude! E vamos comecar de novo!
http://www.fotolog.com/jrlestat/22852939
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Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai que bom que isso é meu Deus
Que frio que me dá o encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar
Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar
Aqui é o meu espaço onde posso me expressar e surpreender-me, reclamar, informar e eventualmente até hostilizar sentimentos, meus, teus e nossos...
terça-feira, 13 de novembro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Nelori Valente

Jacó e Jacozinho
Composição: Indisponível
Na fazenda que eu nasci
Vovô era retireiro
Em criança eu aprendi
Prender o gado leiteiro
Um dia de manhãzinha
Vejam só que desespero
Tinha um bezerro doente
E a ordem do fazendeiro
Mate já este animal
E desinfete o mangueiro
Se esse doença espalhar
Poderá contaminar
O meu rebanho inteiro
Eu notei que o meu avô
Ficou bastante abatido
Por ter que sacrificar
O animal, recém nascido
Nas lágrimas dos seus olhos
Eu entendi seu pedido
Pus o bichinho nos braços
Levei pra casa escondido
Com ervas e benzimentos
Seu caso foi resolvido
Com carinho eu lhe tratava
E o leite que o patrão dava
Com ele era dividido
Quando o fazendeiro soube
Chamou o meu avozinho
Disse: você foi teimoso
Não matando o bezerrinho
Vai deixar minha fazenda
Amanhã logo cedinho
Aquilo feriu vovô
Como uma chaga de espinho
Mas há sempre alguém no mundo
Que nos dá algum carinho
E sem grande scrifício
Vovô arrumou serviço
Ali num sítio vizinho
Em pouco tempo o bezerro
Já era um boi arado
Bonito, forte, troncudo
Mansinho e muito ensinado
Automóvel do atoleiro
Ele tirava aos punhados
Por isso na redondeza
Ficou bastante afamado
Até que um dia a noitinha
Um homem desesperado
Gritou pedindo socorro
Seu carro caiu no morro
Seu filho estava prensado
O carro da ribanceira
O boi conseguiu tirar
O menino estava vivo
Seu pai disse a soluçar
Qualquer que seja a quantia
Esse boi eu vou comprar
Eu disse:
“Ele não tem preço
A razão vou lhe explicar
A bondade do vovô
Veio o seu filho salvar
Esse nelore valente
É o bezerrinho doente
Que o senhor mandou matar
Composição: Indisponível
Na fazenda que eu nasci
Vovô era retireiro
Em criança eu aprendi
Prender o gado leiteiro
Um dia de manhãzinha
Vejam só que desespero
Tinha um bezerro doente
E a ordem do fazendeiro
Mate já este animal
E desinfete o mangueiro
Se esse doença espalhar
Poderá contaminar
O meu rebanho inteiro
Eu notei que o meu avô
Ficou bastante abatido
Por ter que sacrificar
O animal, recém nascido
Nas lágrimas dos seus olhos
Eu entendi seu pedido
Pus o bichinho nos braços
Levei pra casa escondido
Com ervas e benzimentos
Seu caso foi resolvido
Com carinho eu lhe tratava
E o leite que o patrão dava
Com ele era dividido
Quando o fazendeiro soube
Chamou o meu avozinho
Disse: você foi teimoso
Não matando o bezerrinho
Vai deixar minha fazenda
Amanhã logo cedinho
Aquilo feriu vovô
Como uma chaga de espinho
Mas há sempre alguém no mundo
Que nos dá algum carinho
E sem grande scrifício
Vovô arrumou serviço
Ali num sítio vizinho
Em pouco tempo o bezerro

Já era um boi arado
Bonito, forte, troncudo
Mansinho e muito ensinado
Automóvel do atoleiro
Ele tirava aos punhados
Por isso na redondeza
Ficou bastante afamado
Até que um dia a noitinha
Um homem desesperado
Gritou pedindo socorro
Seu carro caiu no morro
Seu filho estava prensado
O carro da ribanceira
O boi conseguiu tirar
O menino estava vivo
Seu pai disse a soluçar
Qualquer que seja a quantia
Esse boi eu vou comprar
Eu disse:
“Ele não tem preço
A razão vou lhe explicar
A bondade do vovô
Veio o seu filho salvar
Esse nelore valente
É o bezerrinho doente
Que o senhor mandou matar
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
A sua
Eu so quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
E que eu te quero livre também
*Como o tempo vai e o vento vem*
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas, te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
E que eu te quero livre também
*Como o tempo vai e o vento vem*
Marisa Monte
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Lobos
É hora de recontar a fábula do lobo e do cordeiro porque ela nos ajuda a compreender o momento. Estavam o lobo e cordeiro a beber num riachinho, quando o lobo assim falou ao cordeiro: “Por que sujas a água que estou bebendo?” Retrucou o cordeiro: “Como posso eu sujar a água que o senhor está bebendo se sou eu que estou abaixo na correnteza? A água passa primeiro pelo senhor e só depois chega a mim...” O lobo não se alterou com as evidências. “Sim, de fato. Mas você sujou a minha água no ano passado.” Respondeu o cordeiro: “Isso não pode ser, senhor lobo, pois tenho apenas seis meses. Não havia ainda nascido no ano passado.” O lobo arreganhou os dentes e gritou: “Se não foi você foi o seu pai.” E devorou o cordeiro... Uma sociedade democrática entre lobos é possível, porque existe equilíbrio de poder entre os lobos. Uma sociedade democrática entre cordeiros é possível, porque existe equilíbrio de poder entre os cordeiros. Mas não é possível uma sociedade democrática onde haja lobos e cordeiros. Os lobos sempre devorarão os cordeiros...
A fábula é de autor desconhecido, mas o comentário é de Rubem Alves
A fábula é de autor desconhecido, mas o comentário é de Rubem Alves
Ps.: Não se enganem, não tenho vocação para cordeiro!
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Portishead - Glory Box (tradução)
Caixa de glória
Eu estou tão cansada de brincar
brincar com este arco e flecha
vou dar meu coração por ai
deixar isto para outras garotas brincarem
por eu ter sido tentada por tanto tempo.
apenas
me dê uma razão para te amar
me dê uma razão para ser uma mulher
eu quero apenas ser uma mulher
a partir de agora desacorrentada
todos nós estamos olhando uma imagem diferente
através desta nova moldura da mente
milhares de flores poderiam florescer,
se mudar, e nos dar algum espaço
então não pare de ser um homem,
apenas dê uma olhadinha de fora quando você puder,
semeie um pouco de ternura
não há nenhum problema se você chorar.
isto e tudo que eu quero ser, uma mulher
entao eu apenas quero ser uma mulher,
por isso, é o começo de todo o sempre.
é hora de superar agora.
(então eu quero ser)
Eu estou tão cansada de brincar
brincar com este arco e flecha
vou dar meu coração por ai
deixar isto para outras garotas brincarem
por eu ter sido tentada por tanto tempo.
apenas
me dê uma razão para te amar
me dê uma razão para ser uma mulher
eu quero apenas ser uma mulher
a partir de agora desacorrentada
todos nós estamos olhando uma imagem diferente
através desta nova moldura da mente
milhares de flores poderiam florescer,
se mudar, e nos dar algum espaço
então não pare de ser um homem,
apenas dê uma olhadinha de fora quando você puder,
semeie um pouco de ternura
não há nenhum problema se você chorar.
isto e tudo que eu quero ser, uma mulher
entao eu apenas quero ser uma mulher,
por isso, é o começo de todo o sempre.
é hora de superar agora.
(então eu quero ser)
domingo, 16 de setembro de 2007
Rifa-se um coração
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque
que insiste em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração
que na realidade está um pouco usado, meio calejado,
muito machucado e que teima em alimentar sonhos
e cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente
que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia estava certo quando
escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu
espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato
que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida
que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração
que insiste em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos
que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado
indicado apenas para quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida
matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração
tão inocente que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro
na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir.
Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer
e se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração,
ou mesmo troca-se por outro
que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos
que mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra, constrange o corpo que o domina.
Um velho coração
que convence seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a
petulância de se aventurar como poeta
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque
que insiste em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração
que na realidade está um pouco usado, meio calejado,
muito machucado e que teima em alimentar sonhos
e cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente
que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia estava certo quando
escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu
espero...".
Um idealista...
Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz,
sendo simples e natural.
Um coração insensato
que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida
que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração
que insiste em cometer sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional
que abre sorrisos tão largos
que quase dá pra engolir as orelhas,
mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado,
ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado
indicado apenas para quem quer viver intensamente
contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida
matando o tempo,
defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração
tão inocente que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro
na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir.
Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer
e se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração,
ou mesmo troca-se por outro
que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos
que mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra, constrange o corpo que o domina.
Um velho coração
que convence seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a
petulância de se aventurar como poeta
.
.
Clarice Lispector
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Pela luz dos olhos teus
Quando a luz dos olhos meusE a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai que bom que isso é meu Deus
Que frio que me dá o encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar
Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar
Meu amor, juro por Deus
Que a luz dos olhos meus já não pode esperar
Quero a luz dos olhos meus
Na luz dos olhos teus sem mais lará-lará
Pela luz dos olhos teus
Eu acho meu amor que só se pode achar
Que a luz dos olhos meus precisa se casar.
Letra e música: Vinicius de Moraes
versos de segunda

